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?! Ponto de Encontro Virtual !? BRINCADEIRINHA DE DESCULPAS.... Ai... fiquei com peso na consciência depois de ter deixado vários amiguinhos preocupados com o post anterior (o Proibido quase veio via e-mail me ver). Fiquem calmos, tá tudo bem!!!. Desculpa de verdade, mas o post ficou grande e entre outras coisas, resolvi apagar a data do acontecido. Não importa!!! Adorei toda a confusão (fiquei rindo sozinha). Pra me redimir, resolvi deixar pro findi uma brincadeira que adoro fazer com meus amigos (alguns devem conhecer, porque ela já rodou pela net), mas sigam as instruções corretamente e vejam se tem realmente o controle do seu pé direito.
Quando você estiver sentado, faça círculos com o seu pé direito no sentido dos ponteiros do relógio. Enquanto estiver fazendo isso (ou seja, fica rodando o pezinho), desenhe no ar com a mão direita o número 6 (tipo o anúncio do banco itaú). Veja o que acontece!!!!!
É ... o movimento do seu pé vai mudar de direção e circular contrário aos ponteiros do relógio. Já tentei várias vezes ter o controle, mas nunca consegui e fico rindo de mim em cada tentativa.
Espero que divirtam-se!!!! Ah! Quem souber o motivo disso me avisa, nunca ninguém soube me explicar. TUDO DE BOM!!!
Escrito por Fênix às 06:27 PM [ ] [ envie esta mensagem ] OPERANDO O APÊNDICE Dor abdominal... Será que é cólica? pensei, seria a primeira da minha vida (de tanto ouvir falar, fiquei até emocionada), mas a emoção foi pouca, porque a dor era tamanha. Me entupi de Tylenol (faço propaganda sim, porque sou alérgica e ele é meu salvador). “Quer ir ao médico?” – minha mãe perguntou quando chegou. É claro que não fui, corro de médico, mas a dor aumentou e 2h a.m. fui chorando acordar minha mãe (nessas horas só sou grande de tamanho) e ela falou grosso comigo: “Agora só em hospital público, o Dr. Não tá mais, né?” – aceitei ir e ela pulou da cama preocupada (Fênix aceitar ir pro hospital?? então era muito sério). Na entrada da Emergência fui informada que não tinha direito a acompanhante (quase tive uma crise, mas a dor falou mais alto), preenchi a ficha em pé sozinha (coloquei os medicamentos que sou alérgica, é claro) até que veio um residente muito dos bonitinhos (ah!?! Gente eu tava com dor, não morta!!!) e começou me apertar (nem era como eu queria, mas...), no fim fiquei no soro numa sala lotada, sentada num banco de madeira um tempão... Ele voltou (corpo bem legal indo e vindo, Ops!) e veio me dizer que devido a auto-medicação (presta atenção Sr. Marcelo e Dna Prin) teve dúvida no meu diagnóstico e teve a Coragem de falar que eu ia ser internada (ha ha ha... ele bebeu, né?). Quando foi providenciar o leito (coletivo e sem acompanhante) eu tive que aprontar. Olhei pra um lado, só tinha adoentados (não iam me deter) olhei para o outro, apenas uma enfermeira (conseguiria me livrar dela fácil), então, arranquei o soro (detalhe que o catéter continuou na minha mão) e saí correndo, só que bati na porta, ela me viu e chamou o médico. No corredor um segurança (eles me adoram) começou a correr atrás de mim, mas alcancei a porta da rua e gritei minha mãe (que vergonha!!!), ela veio toda assustada: “Minha filha, você tá branca!!” – “Mãe eles querem me internar, não quero!!!” (Chorando pro mico ser maior), o segurança me puxou e comecei a falar que não ia entrar, meu bonitão Ops!! Meu médico chegou e explicou a situação pra minha mãe, que junto comigo assinou uma autorização pra eu sair (ou seja, se eu partisse dessa pra melhor ela seria a responsável). Voltei no dia seguinte e comecei a ser preparada pra operar (convenci da minha mãe entrar e ele achou mais seguro também), fiquei só com um avental na frente (bunda de fora literalmente, um friiiiio), só que chegou um bandido com tiro na cabeça e pegou minha sala de operação. A espera foi um terror (3h30), agarrei o enfermeiro pelo jaleco (interessante ele também) e implorei por uma maca (estava no banco de madeira) e um analgésico, acho que ele ficou me querendo (ou com medo), porque arrumou tudo rápido. Fiquei no corredor do hospital (sabe cena de telejornal?) e sempre que a porta da emergência abria, minha tia me dava tchau (tá bom que ela estava sendo carinhosa, mas não era a hora), pra piorar a enfermeira quase injetou dipirona na minha veia (será que ela é cega? Sou alérgica!! escrevi, lembra?) e presenciei minha mãe discutindo com ela. Fiquei lá até que me levaram pra operar. O que aconteceu mais??? 1- Pedi pra cuidarem bem de mim, avisar minha mãe assim que terminasse e fazer um corte pequeno. Fui atendida em tudo. (Viu como é bom fazer um escândalo? Eles ficam com medo de outro...) 2- O Bonitão pediu pra me ver (estava peladona), deixei é claro, mas depois mandei minha mãe verificar se ele não tinha me feito “mal”, tinha que casar, né? (Ela riu de mim...). Ele me acompanhou na recuperação e tirou os pontos (parou tudo e veio me atender, lógico que gritei ele no corredor) 3- Vi baratinha no meu quarto sim... 4- Levei choc quando fui tomar banho, porque esqueci de tirar um adesivo que estava grudado em mim. 5- Briguei com uma enfermeira porque ela não queria informar o que estava injetando no catéter. 6- Fiquei com celular no quarto, era proibido (mas como o que é proibido é melhor). 7- Dei uma fugida rápida do quarto (deixando a enfermeira louca) pra ir no orelhão, porque o celular resolveu acabar a bateria logo quando recebi alta (queria ir logo embora). E não sei como consegui beber aquela sopa horrível que me deram... acho que era pra ir pra casa mais rápido. Era esse o trato!!! Como sou obediente... cumpri. ... Teve outras coisas, mas já tá enorme esse post, né? Então... e etc...
Escrito por Fênix às 10:38 AM [ ] [ envie esta mensagem ] SOLIDARIEDADE OU FALTA DE TEMPO!!!! Estou com afta na língua e em solidariedade a ela, minhas mãos resolveram não digitar nada no dia de hoje... Tá bom... confesso!!! A história da pequena ulceração superficial de mucosa bucal do aparelho digestivo (ficou tipo E.R. essa parte... rs), mais conhecida como Afta mesmo, é a pura verdade. Estou com 3... Isso mesmo.. são três (coloquei por extenso pra não ter dúvidas). Tem uma enorme na língua e duas no canto da boca, tudo devido aos sucos de abacaxi que tomei, sou teimosa!!! (mas no fundo acho que é falta de beijo na boca mesmo... rs). Na realidade, estou sem tempo aqui no trabalho, podem perceber pela ausência nos seus respectivos blogs, mas de qualquer forma vou colocar uma curiosidade que recebi por e-mail. Olha que interessante!!!!
De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsia, não impontra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e úlmtia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler em pobrlmea. Itso é pqorue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. Vdaerde!!!
Muito louco, né?!?! Mas faz sentido... Escrito por Fênix às 06:09 PM [ ] [ envie esta mensagem ] SUA SENHA É SECRETA?!?! Uns cinco ou seis anos atrás, fiz uma amizade virtual que em pouco tempo se tornou real. Meses após nosso encontro, ele começou a namorar, mas nossa amizade continuou de vento em poupa (amizade mesmo!!!), nossos contatos eram sempre por e-mail ou telefone (difícil era a semana que não tinha notícias dele), ou seja, mesmo sem ter o contato pessoal sabíamos praticamente tudo um do outro... e assim caminha a humanidade... não lembro direito, mas tempos depois, recebi um e-mail super-hiper-ultra-mega estranho dele, falando que era melhor a gente se afastar, que não queria mais papo e etc. Na mesma hora, respondi que não tinha entendido nada e se aquilo era alguma brincadeira ou pegadinha, sei lá!!!! O retorno foi um dos piores e-mails que recebi na vida, super-hiper-ultra-mega grosso e sem nexo. Resolvi não insistir, até porque aquela atitude não fazia sentido e me afastei, parei de procurá-lo de todas as formas. Quase uma semana depois, ele ligou cobrando “meu sumiço” (porque até mensagem de bobeira parei de enviar) e acabei contando o ocorrido. Ele deduziu que só podia ser coisa da namorada, pois tinha dado a senha do e-mail para ela e resolveu ter um novo endereço só pra se corresponder comigo (odeio mulher burra que dá motivo pro cara enganar). Meses depois, ele falou que estava interessado em outra (nem preciso falar que nesse momento abri o jogo sobre tudo que pensava da “fulaninha” e dei o maior apoio pra nova). Resultado?? Hoje ele está feliz da vida (o relacionamento deles é lindo) com essa nova namorada (um amor de pessoa), que desde o primeiro dia soube da minha existência e se tornou uma grande amiga (ele chega a ficar com ciúmes da gente agora.. rs). Contei essa história pra fazer a seguinte pergunta: Você informa as senhas do cartão do banco e do seu e-mail pro namorado(a)?!?! Tem tanta confiança assim?! Digo isso, porque o que mais se escuta são histórias de pessoas enganadas nesse sentido. Nesse último mês já escutei umas duas, além de ter lido uma reportagem sobre isso também. No caso acima, uma amizade podia ter sido extinta (pra alguns pode ser pouca coisa, pra mim não!!!), mas é lógico que existe coisas piores como perder todo dinheiro do banco, por exemplo (abala financeiramente e psicologicamente). E aí? O que me dizem???
Sinceramente... Tem coisas que são pessoais e intransferíveis.
Escrito por Fênix às 06:16 PM [ ] [ envie esta mensagem ] O SANTO PARTO Um jovem padre grávido, um adolescente rebelde, São Jorge/ Ogum, um cardeal do século passado e uma serva negra. Esses personagens evoluem dentro da sacristia de uma antiga igreja barroca. Parece loucura?!?! Pois é nesse ambiente, com esses personagens, que a peça “O Santo Parto” trata de assuntos atuais e levanta questões que tocam na problemática da Igreja Católica (não ataca essa instituição, mas coloca o dedo na ferida), na sua recusa de evoluir nas questões de homossexualidade, no celibato clerical (que ultimamente trás vários escândalos pra mídia sensacionalista), no aborto, entre outros. Pode parecer chata a primeira vista (e no começo até pensei nessa possibilidade), mas me enganei, porque a igreja serve apenas como um pano de fundo para essa peça impactante, com bastante ação visual e de sonoridade, que possui um texto franco, irônico e com muito humor (principalmente com muitas insinuações sexuais), conseguindo fazer com que o público presente saia do espetáculo com uma consciência crítica em relação a essas vertentes.
Serviço: “O Santo Parto” de Lauro César Muniz Elenco: Roberto Bomtempo, José de Abreu, Sérgio Marone e Jussanam Dejah Teatro Leblon – Sala Marília Pêra Tel: 2274-3536 Qui a Sáb: 21h30 // Dom: 20h Escrito por Fênix às 02:55 PM [ ] [ envie esta mensagem ] |
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